Ações da Escola de Contas em 2016 superaram as expectativas

A qualidade nos serviços prestados à sociedade pelos órgãos públicos do Estado e municípios passa pela capacitação constante dos seus gestores e servidores.

Brasileiros lideram em número de jornalistas mortos em 2016

Em outubro, o Brasil aparecia em quarto lugar no ranking da ONG Repórteres sem Fronteiras.

Alesc aprova PEC que altera forma de publicação dos atos públicos dos municípios catarinenses

Para o presidente da Adjori/SC, Miguel Ângelo Gobbi, a ampla divulgação da aplicação dos recursos é imprescindível para garantir a transparência dos gastos municipais.

Presidente do TCE-MT recebe comenda da Câmara de Cuiabá

O presidente do TCE, conselheiro Antonio Joaquim, foi homenageado com o Título Honorífico do Mérito Legislativo "Gervásio Leite".

Estratégia da Assessoria de Comunicação é case de sucesso do TCE-RS

O Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul apresentou a estratégia da Assessoria de Comunicação Social (ASC) como case de sucesso durante o Seminário Boas Práticas no V Encontro Nacional dos Tribunais de Contas.

TCE apresenta primeiros resultados da auditoria no transporte coletivo da Grande Cuiabá

A Secretaria de Controle Externo de Auditorias Especiais do Tribunal de Contas de Mato Grosso fez uma apresentação de informações para a auditoria no transporte coletivo de Cuiabá e Várzea Grande.

terça-feira, 16 de abril de 2019

VIDA E MORTE NO STF


Luiz Henrique Lima

Luiz Henrique Lima
Está previsto para o mês de maio o julgamento no Supremo Tribunal Federal acerca da constitucionalidade de mais uma iniciativa visando ampliar as hipóteses legais de realização do aborto. Muitos alunos me indagam se o STF dispõe de tal poder.

Em tese, sim. Nos termos do art. 102 da Constituição, compete ao STF exercer a guarda da própria Constituição, isto é, zelar pelo seu cumprimento, mediante o julgamento de ações diretas de inconstitucionalidade, ações declaratórias de constitucionalidade e arguições de descumprimento de preceito fundamental. É dele a última palavra acerca da constitucionalidade ou não de determinada norma objeto de questionamento.

Todavia, o Supremo não detém poder absoluto. Há um poder que lhe é superior, que limita as suas decisões, e que é a própria Constituição. O STF pode interpretar a Constituição, mas não pode alterá-la.
Isso parece óbvio e simples aos leigos, como nós, mas tem ocorrido grande controvérsia entre os juristas pátrios sobre a definição de qual seria a fronteira entre interpretação e alteração do texto constitucional. O tema do aborto é um exemplo.

Ao longo de décadas, um sem-número de iniciativas visando ampliar as possibilidades legais de aborto tem sido sistematicamente rejeitado pelos representantes eleitos do povo brasileiro no Congresso Nacional. Por mais que se critique a atuação dos parlamentares, esse posicionamento uniforme, em sucessivas legislaturas com as mais variadas composições partidárias, exprime com fidelidade o sentimento majoritário dos eleitores. Todas as pesquisas de opinião realizadas pelas mais diversas instituições nos últimos trinta anos confirmam que a maioria dos brasileiros repudia a legalização do aborto.

Em decorrência, os abortistas mudaram sua estratégia. Não mais estão preocupados em convencer a maioria da população ou dos congressistas. Sabem que perderão. Assim, concentram suas iniciativas na construção de sofisticadas e exóticas teses jurídicas destinadas a convencer a maioria dos ministros do Supremo. Têm como importante aliado um dos ministros que gosta de se apresentar como baluarte do "iluminismo", em evidente distorção do termo e do conceito.

Defender a vida nada tem de trevoso. Ao contrário. Nossa Constituição Cidadã proíbe a pena de morte ou penas cruéis (art. 5º, XLVII). O aborto de um ser humano em formação nada mais é do que uma pena de morte, sem direito a julgamento ou exercício de defesa. Além disso, extremamente cruel, pelos métodos empregados para matar o feto em gestação.

Em síntese, a tese que agora se pretende aprovar é que as grávidas infectadas com o vírus da zika gerariam bebês com graves problemas de saúde, o que justificaria o aborto. Desculpem a franqueza, mas isso não passa de uma mal disfarçada reencarnação das teses de eugenia que fizeram sucesso na Alemanha nazista e que negavam o direito à vida de pessoas com algum tipo de deficiência física ou mental.

Com amparo na Constituição, nossa legislação ambiental, uma das mais progressistas do mundo, classifica como crime a destruição de mudas de espécies, como a samambaia, ou de ninhos com ovos de pássaros, serpentes ou tartarugas. Sou totalmente a favor e condeno qualquer retrocesso na preservação do ambiente e da biodiversidade. Mas também sustento que a vida humana não pode ser colocada em patamar inferior ao das aves, répteis ou pteridófitas. Legalizar o aborto é negar aos bebês em formação a justa proteção que oferecemos a plantas e animais.

Nossa Constituição Cidadã tem grandes méritos. Privilegia a vida, a democracia e os direitos humanos e sociais. Abomina a tortura, a intolerância e o preconceito. Por isso, é coerente ao não permitir o aborto, além das hipóteses já constantes do Código Penal, como quando não há outro meio de salvar a vida da gestante.
Que Deus ilumine as decisões de nossos supremos magistrados para que não permitam a violação de nossa Constituição Cidadã e não manchem as suas togas com o sangue inocente de brasileirinhos que têm direito à vida.
Luiz Henrique Lima é Conselheiro Substituto do TCE-MT.

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Luiz Henrique Lima

Auditor Substituto de Conselheiro do TCE-MT
Graduado em Ciências Econômicas, Especialização em Finanças Corporativas, Mestrado e Doutorado em Planejamento Ambiental, Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia.
Perfil

quarta-feira, 20 de março de 2019

CONFERÊNCIA MUNICIPAL DA PESSOA IDOSA EM LUCAS DO RIO VERDE/MT



"Os Desafios de Envelhecer no Século XXI e o Papel das Políticas Públicas".

Este será o Tema da Conferência Municipal em consonância com a determinação do CNDI/MDS, para as conferências municipais, estaduais e nacional, deste ano de 2019.





A Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa em Lucas do Rio Verde/MT, neste dia 21 de março de 2019, contará com a participação do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa - CEDEDIPI/MT, na pessoa do Conselheiro Francisco Delmondes Bentinho,  vice presidente e que será o palestrante do evento.

A participação do Conselho Estadual nas conferências municipais é uma maneira de interação  no quadro atual em que se buscas fórmulas de discussão e realização de um  diagnóstico da situação em cada município, com respeito aos idosos.

Saúde, transporte, moradia, violência, entre outros, são assuntos que dizem respeito a pessoa idosa, pela sua fragilidade na convivência do dia a dia das comunidades. 

Segundo estudos da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas e Idosos, o envelhecimento caminha a passos largos e num determinado espaço de tempo a sociedade brasileira será composta por uma grande camada de pessoas na terceira idade. 


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

4 conselheiros retornam ao TCE


Pelo menos 4 dos 5 conselheiros do TCE, afastados há 1 ano e 4 meses, devem retornar à ativa nos próximos dias. São fortes os rumores de que a decisão do ministro do STF Luiz Fux deve ser revogada. Com isso, Waldir Teis, Antônio Joaquim (foto), José Carlos Novelli e Valter Albano tendem a retomar às atividades. A situação de Sérgio Ricardo é a mais delicada porque ele está afastado em duas decisões. Mesmo que reverta uma, seguirá fora do Pleno. Os conselheiros foram acusados pelo ex-governador Silval, em delação, de receber propina em troca de apoio. Juristas pró-retorno apontam aberração jurídica no despacho de Fux porque Silval não apresentou, sequer, uma prova, e o inquérito, mesmo depois de um ano, sequer foi concluído.

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

MIGUEL ARRAES SERÁ INCLUIDO NO LIVRO DOS HERÓIS DA PATRIA

Político da esquerda brasileira, Arraes iniciou a vida pública em 1947, tendo sido eleito deputado estadual, federal e por três vezes governador de Pernambuco

Por: Agência Brasil
Publicado em: 25/09/2018 15:26 Atualizado em:

Foto: Otavio de Souza/DP/D.A Press
Foto: Otavio de Souza/DP/D.A Press
O presidente da República em exercício, Dias Toffoli, sancionou hoje (25) o projeto de lei que inscreve no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria o nome do político Miguel Arraes, falecido em agosto de 2005, aos 88 anos. O livro se encontra no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Feito em aço, reúne os nomes de homens e mulheres que se destacaram na defesa da liberdade do país.

Político da esquerda brasileira, Arraes iniciou a vida pública em 1947, tendo sido eleito deputado estadual, federal e por três vezes governador de Pernambuco – a primeira de suas eleições com governador foi em 1962, pelo Partido Social Trabalhista (PST), com 47,98% dos votos. Apesar da carreira política em Pernambuco, Arraes era cearense. Considerado defensor intransigente dos pobres, enfrentou usineiros da região no período anterior ao golpe militar.

O político se exilou na Argélia em 1965, após ter sido deposto pelos militares, em 1964. Ficou naquele país por 14 anos, até retornar ao Brasil, beneficiado pela Lei da Anistia. Ele tentou, sem sucesso, exílio também na França e também no Chile. Sua condenação por “crime de subversão”, pelo Conselho Pernambucano de Justiça, ocorreu em março de 1967, quando já estava exilado.

Chamado de Guerreiro do Povo Brasileiro, Miguel Arraes teve um retorno triunfal em 1979, quando foi recepcionado por uma multidão nas principais ruas do Recife. Três anos mais tarde foi eleito deputado federal pelo PMDB.

Arraes deixou o PMDB em 1990 para filiar-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). Em 1994, foi eleito pela segunda vez governador de Pernambuco mas, ao tentar a reeleição, foi derrotado, só vindo a ocupar novamente cargo público em 2002, quando foi eleito deputado federal.

No Carnaval de 2016, Miguel Arraes foi homenageado pela escola Unidos de Vila Isabel.

Em 13 de agosto de 2005, Miguel Arraes, ainda no exercício do mandato, morreu, aos 88 anos de idade, depois de passar quase dois meses internado.

41% dos PMs votam em Mendes; 18%, em Taques; e 5%, em Wellington


Instituto ouviu 560 policiais militares em todas as regiões de Mato Grosso; estudo foi registrado no TRE-MT

Alair Ribeiro/MidiaNews
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Os candidatos Mauro Mendes, Pedro Taques e Wellington Fagundes, que disputam o Governo
DOUGLAS TRIELLI
DA REDAÇÃO
O Voice Pesquisas realizou um levantamento sobre o cenário eleitoral para o Governo entre os policiais militares do Estado.

O candidato Mauro Mendes (DEM) lidera a preferência dos PMs, com 41% dos votos na modalidade estimulada.

Em seguida, está  Pedro Taques (PSDB), com 18% das intenções de voto. Ele é seguido por Wellington Fagundes (PR), que aparece com 5%; e Arthur Nogueira (Rede), com 1%.

Os indecisos, ou que não souberam responder, somam 28%; votos brancos e nulos somaram 6%; e 1% não respondeu.

Espontânea

O instituto também realizou a pesquisa na modalidade espontânea, quando o pesquisador apenas pergunta em quem o eleitor irá votar para governador, sem apresentar uma relação de nomes.

O resultado foi o seguinte: Mendes aparece com 38%Taques, com 17%; Wellington com 5%; e Nogueira com 1%.

Nessa modalidade, os votos em branco e nulo somaram 5%; e os indecisos, ou que não souberam responder, 33% - e 1% não respondeu.

A margem de erro do estudo é de 4%, para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%.

O Voice Pesquisas ouviu 560 policiais militares em Mato Grosso, por telefone, entre os últimos dias 14 e 17 de setembro.

O levantamento foi contratado pelo próprio instituto e está registrado no TRE-MT sob o nº MT - 00391/2018.

Veja os gráficos:




 Fonte - Midianews

UMA BOA LEITURA


Luiz Henrique Lima
Há poucos prazeres que se pode desfrutar sem restrições em todas as fases da vida, desde a infância à velhice. Um desses é a leitura de bons livros.
Claro que o tempo faz evoluir as preferências. O menino que devorava gibis tornou-se o adolescente vidrado em aventuras, romances policiais e de espionagem ou ficção científica. O estudante mergulhado nos grandes clássicos hoje é o profissional interessado na inovação tecnológica. O professor que sempre procurava aprimorar seu conhecimento especializado converteu-se no aposentado que se deleita com os temas mais variados. Todavia, um traço que sempre permanece é a curiosidade e o desejo de mergulhar por algumas horas em universos de fantasia ou de aprendizados.
Diferentemente de outros prazeres, a leitura pode ser praticada em qualquer ambiente. Em dias de sol ou debaixo de tempestades. No frio ou no calor. De dia ou de noite. Sozinho ou acompanhado. Em casa, na escola, no trabalho ou no transporte (exceto se estiver dirigindo ...). Doente ou em boa forma física. Em momentos de tristeza ou de alegria. Nas horas de cansaço, um bom livro relaxa; ao iniciar-se um novo desafio, um bom livro inspira e motiva.
Até na cela de uma prisão, uma boa leitura liberta o pensamento e desacorrenta a alma.
Fascistas e ditadores em geral não gostam de leitura. Censuram livros, perseguem autores, proíbem jornais, incendeiam bibliotecas. Todo questionamento é uma ameaça. Há pouco tempo, em Angola um artista popular foi aprisionado por participar de um grupo de leitura do livro "Da Democracia à Liberdade". Na corrupta ditadura militar brasileira - que muitos teimam em esquecer ou minimizar, embora haja até quem tenha perdido a vergonha de pedir a sua restauração - era permanente a censura à imprensa e implacável a perseguição a jornalistas, escritores e professores.
Toda essa digressão foi motivada pela vontade de comunicar a existência de uma ótima leitura disponível. Trata-se do livro "Uma certa ideia do Brasil: entre passado e futuro", do economista e professor Pedro Malan (Editora Intrínseca), reunindo artigos de opinião publicados entre 2003 e 2018.
A leitura dessa coletânea é essencial para a compreensão dos grandes temas da política econômica nesse período, bem como dos grandes desafios que o país tem diante de si. Combinando erudição e leveza, com a precisão de acadêmico e a didática elegante de um exímio conhecedor da economia brasileira, o autor nos descreve sua visão sobre a trajetória recentemente percorrida, com seus acertos, equívocos e impasses. Com paciência e sutileza, nos guia pelos complexos meandros dos processos decisórios, nos quais, frequentemente, interesses corporativos ou partidários de curto prazo prevalecem sobre objetivos nacionais estratégicos. Revela como importantes conquistas da nossa democracia, a exemplo da derrota da hiperinflação e a Lei de Responsabilidade Fiscal, sofrem constantes ameaças de setores que ao longo da história desenvolveram uma irrefreável adicção à gastança, mesmo com o sacrifício das gerações futuras.
O livro de Pedro Malan é também, para quem tem olhos de ver, de ler e compreender (Mateus, 13:1-17), um eficiente antídoto contra os extremismos que envenenam o debate público em nosso país. Nele, as análises não são simplistas e as críticas não são sectárias. Ao contrário, surgem como um apelo ao equilíbrio e ao debate civilizado entre alternativas que busquem a promoção de justiça social num cenário de desenvolvimento sustentável e democracia.
Mais que uma boa leitura, trata-se de uma leitura necessária e esclarecedora, enquanto ainda há tempo de evitar retrocessos de várias origens.

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Luiz Henrique Lima

Auditor Substituto de Conselheiro do TCE-MT
Graduado em Ciências Econômicas, Especialização em Finanças Corporativas, Mestrado e Doutorado em Planejamento Ambiental, Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia.
Perfil

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

TCE-MT PASSA A TER EQUIPE ESPECIALIZADA NA FISCALIZAÇÃO DE COBRANÇA DE TRIBUTOS


Secex de Receita e Governo conta com uma equipe de 29 servidores, entre auditores, técnicos e auxiliares, e está sob a liderança do secretário Joel Bino Nascimento Junior
A especialização da área de fiscalização do Tribunal de Contas de Mato Grosso garante resultados imediatos em uma atividade pública que quase nunca era observada pelo órgão de controle: a gestão tributária de responsabilidade do Estado e dos 141 municípios. Com a criação da Secretaria de Controle Externo de Receita e Governo, o TCE-MT passará a fiscalizar anualmente a eficiência desses entes públicos na cobrança de impostos como o IPTU, ISS, ITBI, ICMS, ITCMD e IPVA. Também é observada a atuação dos órgãos públicos responsáveis pela gestão e cobrança da dívida ativa. Anteriormente, a fiscalização do TCE-MT tinha foco na execução de despesas.
Além de totalmente dedicada às questões de ordem tributária, a Secex de Receita e Governo tem como atribuição fiscalizar e instruir as contas de governo do chefe do Poder Executivo Estadual, o governador, e dos chefes dos Poderes Executivos Municipais, os 141 prefeitos. No caso dessas contas, o TCE-MT anualmente aprecia os processos e expede pareceres prévios circunstanciados, manifestando-se pela aprovação ou rejeição em auxílio técnico à Assembleia Legislativa e às Câmaras Municipais, que tem a competência para julgar o governador e os prefeitos, respectivamente.
A fiscalização especializada recai sobre as atividades desenvolvidas pela Secretaria de Fazenda, Tesouro do Estado, Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Fundeic), as secretarias de Finanças das 141 Prefeituras Municipais, bem como a Procuradoria-Geral do Estado.
Tem como atividades fiscalizatórias as instruções dos processos de contas de governo, auditorias contábeis e financeiras, e acompanhamentos de concessões e controle de incentivos fiscais, emissão de alertas relativos ao cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal pelos entes públicos estadual e municipais e cumprimento das metas de arrecadação.
A Secex de Receita e Governo conta com uma equipe de 29 servidores, entre auditores, técnicos e auxiliares, está sob a liderança dos servidores Joel Bino Nascimento Junior, secretário, e Alisson Francis de Moraes, Maria Felícia Santos e Micheline Fátima de Souza Falcão Arruda, supervisores de áreas temáticas.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

TCE/MT E MUNICÍPIOS - UMA INTEGRAÇÃO DE RESULTADOS POSITIVOS



O município de Juina, distante 730 Km.  da Capital Cuiabá está  recebendo nestes três dias 08/09 e 10 deste mês, uma intensa programação do TCE/MT, no Programa Gestão Eficaz, passa a ser uma integração com resultados positivos.
A equipe do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, constituída por Conselheiros,  Secretários, Auditores e auxiliares desenvolvem contatos, palestras que só trazem benefícios para toda a população do município, fazendo com que haja uma interação importante da comunidade com a gestão pública e onde são mostrados os meios adequados para que os resultados se tornem  úteis e reais para todos. Fazem parte do trabalho os senhores, Gabriel Liberato, secretário da Consultoria Técnica, auditores  Guilherme Almeida, Natel Laudo, Jefferson Filgueira, secretária Cassyra Vuolo, Marina Spineli da Escola Superior de Contas e Áurea Abranches da Secretaria de Previdência do TCE/MT.
Nas palestras dos auditores da Gestão de Pessoas e da Consultoria Técnica, todos os aspectos que norteiam uma administração voltada para a legalidade e transparência são temas que vem de encontro ao que de mais moderno existe no Brasil em se tratando de Fiscalização e Controle dos bens públicos.
Este trabalhado que foi precedido por um Programa importante e que está acontecendo em vários municípios do estado de Mato Grosso,  o PDI - Programa de Desenvolvimento Integrado, que tem em Juína, a Coordenação da Senhora Viviane dos Anjos Pinheiros cujo gestor é o senhor Altir Peruzzo e que já apresenta resultados exitosos  tendo atingido 70% (setenta por cento) das metas estabelecidas para todo ano de 2018. Importante é que na meta de trabalho para o ano de 2018, 18 Conselhos Municipais fazem parte destas metas pré-estabelecidas  entre Comunidade, Gest~~ao Pública e Tribunal de Contas  do Estado de Mato Grosso.
Importante salientar que desta parceria de integração os resultados já podem ser vistos com a criação da Cooperativa, com a participação de 38 mulheres trabalhando no beneficiamento da castanha do brasil e com ganhos acima de R$ 1.000,00 (um mil) reais  por mês.
Importante esta participação entre comunidade, TCE/MT e gestão pública em busca do que há de melhora para a comunidade, dentro dos parâmetros do que é legal e eficaz
(Francisco Delmondes Bentinho - e-mail - fd.bentinho@uol.com.br)

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