Ações da Escola de Contas em 2016 superaram as expectativas
A qualidade nos serviços prestados à sociedade pelos órgãos públicos do Estado e municípios passa pela capacitação constante dos seus gestores e servidores.
Brasileiros lideram em número de jornalistas mortos em 2016
Em outubro, o Brasil aparecia em quarto lugar no ranking da ONG Repórteres sem Fronteiras.
Alesc aprova PEC que altera forma de publicação dos atos públicos dos municípios catarinenses
Para o presidente da Adjori/SC, Miguel Ângelo Gobbi, a ampla divulgação da aplicação dos recursos é imprescindível para garantir a transparência dos gastos municipais.
Presidente do TCE-MT recebe comenda da Câmara de Cuiabá
O presidente do TCE, conselheiro Antonio Joaquim, foi homenageado com o Título Honorífico do Mérito Legislativo "Gervásio Leite".
Estratégia da Assessoria de Comunicação é case de sucesso do TCE-RS
O Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul apresentou a estratégia da Assessoria de Comunicação Social (ASC) como case de sucesso durante o Seminário Boas Práticas no V Encontro Nacional dos Tribunais de Contas.
TCE apresenta primeiros resultados da auditoria no transporte coletivo da Grande Cuiabá
A Secretaria de Controle Externo de Auditorias Especiais do Tribunal de Contas de Mato Grosso fez uma apresentação de informações para a auditoria no transporte coletivo de Cuiabá e Várzea Grande.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
QUANTIDADE DE VEÍCULOS EM MT CRESCE 10% EM UM ANO
quarta-feira, 30 de maio de 2012
DELTA CAUSOU PREJUÍZO DE R$ 7 MILHÕES EM OBRAS RODOVIÁRIAS EM MT
Irregularidades encontradas pela Controladoria Geral da União em obras rodoviárias realizadas pela construtora Delta, uma das empresas com mais contratos com o Governo Federal e de fortes ligações com o contraventor Carlinhos Cachoeira, apontam para um prejuízo aos cofres públicos na ordem de R$ 7 milhões. A CGU fiscalizou cinco obras rodoviárias em convênios celebrados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Os valores totais dos contratos com aditivos totalizam R$ 114,6 milhões, dos quais R$ 88,7 milhões já foram pagos pela União. A CPMI do Cachoeira aprovou na terça-feira, 29, a quebra do sigilo bancário e fiscal da Delta.
Danielly Tonin | GazetaMT e Redação 24 Horas News
CONGRESSO PODE APROVAR PISO NACIONAL DE R$ 3.250 PARA JORNALISTAS
O Projeto de Lei 2960/2011, de autoria do deputado André Moura (PSC-SE), prevê que o vencimento mínimo a ser pago a um jornalista diplomado não seja inferior a R$ 3.250 mensais.
"Nosso objetivo é valorizar estes profissionais e corrigir desigualdades que existem em todo o país. Em alguns Estados, sequer existe um piso salarial para a categoria", afirmou Moura.
O deputado gaúcho Paulo Pimenta (PT) salientou que a valorização da categoria passa pela "profissionalização dos jornalistas".
Pimenta foi um dos mentores da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que determina a obrigatoriedade do diploma de jornalista para exercício da profissão. A matéria deve ser aprovada nesta quarta-feira, durante votação em segundo turno, no plenário do Senado.
LOCAIS SAGRADOS PARA POVOS INDÍGENAS ESTÃO AMEAÇADOS EM MATO GROSSO
“Estão querendo invadir a minha terra sagrada”, disse o cacique Manoel Kanuxi, do povo Manoki, que aguarda a homologação de seu território tradicional. “O branco tem sua religião, o local sagrado dele. Nós não vamos lá para destruir. Nós vamos lá com respeito. Por que ele não age assim diante da nossa cultura, da nossa crença?”, questiona a liderança na frente de outros 53 representantes de povos indígenas do Mato Grosso, reunidos durante o Seminário de Mapeamento da Mitologia Indígena, na semana passada.
"QUADRILHA" DE JOVENS DA ELITE DE CUIABÁ ATUA EM GRILHAGEM DE ÁREAS NO ENTORNO DA CAPITAL
"São todos jovens da classe alta, seguramente, pois têm até carros de luxo e ostentam nos principais bares da cidade", relatou uma das fontes ouvidas pelo Olhar Direto. Um oficial que ajudou nas investigações do grupo ressalta que, de fato, trata-se de uma formação de quadrilha porque as ações e as invasões foram "pensadas, planejadas".
No total, de acordo com uma das fontes, a "gangue dos grã-finos" já teria "grilado" ao menos sete áreas em Cuiabá, inclusive com "fabricação de escrituras e títulos definitivos de posse".
"Eles (Os membros da suposta quadrilha usaram o título definitivo (número 22996) de uma área de 235 hectares, localizada na divisa dos municípios de Cuiabá e Chapada (dos Guimarães), para 'esquentar' títulos de outras áreas em Cuiabá. Por isso vamos levar a denúncia ao Ministério Público Estadual ainda neste semana", denuncia um morador da área.
As "matrículas esquentadas" teriam sido fabricadas por funcionários de dois cartórios, cujos nomes também estão sendo mantidos em sigilo para não atrapalhar na investigação.
"Para garantir o direito às áreas, o grupo chegou a entrar com ações de reintegração de posse e de interdito proibitório, após títulos serem esquentados nos cartórios de forma criminosa", acrescentou uma das vítimas, que teve a área invadida em meados do ano passado.
NOVA CLASSE MÉDIA TEM RENDA FAMILIAR ENTRE R$ 291 R$ 1.019, DIZ GOVERNO
SINDICATO DOS JORNALISTAS REPUDIA "AGRESSÃO COVARDE" CONTRA REPÓRTER
Recentemente (veja no vídeo abaixo da matéria), Elissa abordava o prefeito para uma entrevista quando ele a pegou pelo pescoço e falou algo em seu ouvido. As câmeras da TV Record gravaram a cena e Elissa registrou boletim de ocorrência da agressão na delegacia municipal de Barra do Bugres.
“A violência no trato com a colega de profissão deixou a diretoria do sindicato e a categoria indignados”, consta de trecho na nota. “A direção do sindicato tomará outras medidas para dar um basta na tentativa de administradores públicos, como os da cidade, de se relacionarem com a imprensa com o viés da violência sem fim, ao invés de mostrarem o que fazem em atos e serviços com o que arrecadam de impostos do cidadão”.
Wilson Francelino de Oliveira (PSD) responde por inúmeros processos de improbidade administrativa tendo, inclusive, sido afastado do cargo.
Confira abaixo a íntegra da nota de repúdio do Sindjor.
NOTA DE REPÚDIO: Relação com a Imprensa sem violência
A diretoria do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor/MT) vem a público repudiar, veementemente, a agressão covarde e sem justificativa aplicada pelo prefeito de Barra do Bugres, Wilson Francelino de Oliveira, o Wilson Pescadô, contra a profissional de imprensa Elissa Neves, da TV Record.
A violência no trato com a colega da profissão deixou a diretoria do sindicato e a categoria indignados.
A diretoria lembra que profissionais de Imprensa (jornalistas, radialistas, fotógrafos, repórteres cinematográficos, desenhistas/ilustradores/chargistas, diagramadores/webdesigners) buscam em autoridades respostas para o que ouvem e para o que pede a população.
E como administrador público, o prefeito de Barra do Bugres deve saber que um dos princípios fundamentais da administração pública é a publicidade, como bem determina o artigo 37 da Constituição Federal.
A direção do Sindjor/MT repudia as atitudes de administradores de tratarem a Imprensa e seus profissionais com violência, como se essa relação fosse algo natural. A postura do prefeito certamente não combina com a cultura e hábitos do povo pacífico de Barra do Bugres.
A direção do sindicato tomará outras medidas para dar um basta na tentativa de administradores públicos, como os da cidade, de se relacionarem com a Imprensa com o viés da violência sem fim, ao invés de mostrarem o que fazem em atos e serviços com o que arrecadam de impostos do cidadão.
Basta de manobras e mecanismos de políticos contra a liberdade de expressão e comunicação! A categoria e o Sindicato não se calarão diante de atos infames como o registrado em Barra do Bugres.
Diretoria do Sindjor-MT.
ALMINO ENCAMINHA RESOLUÇÃO NO CNMP EM DEFESA DE APURAÇÃO MAIS CÉLERE DE CRIMES CONTRA JORNALISTAS
Para o Olhar Direto, por telefone, Afonso Fernandes relata que o Ministério Público precisa tratar com a máxima agilidade e a maior prioridade possível os crimes contra jornalistas, porque, em sua opinião, também se trata de agressões contra a imprensa e a democracia.
"É claro que um assassinato de um profissional da imprensa, além de um crime bárbaro, também é um atentendo contra qualquer regime democrático. E infelizmente ainda assistimos muitos crimes no Brasil contra jornalistas e a apuração não tem um tratamento prioritário que deveria ter, pois a democracia também é atingida", ponderou Almino, que foi indicado e reconduzido ao cargo de conselheiro pelo mecanismo do Quinto Constitucional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Sem titubear, ele afirmou que sus resolução foi inspirada no assassinato do jornalista Auro Ida, que mantinha uma coluna no Olhar Direto, brutalmente morto em final de julho do ano passado. Inicialmente, a Polícia Civil sustentou tese de crime passional, mas nada foi comprovado até a Justiça ter decretado segredo nas investigações policiais.
Ida vinha investigando várias denúncias de corrupação no âmbito do governo estadual (pagamento de cartas de crédito, precatórios, ameaças de secretário contra um empresário etc).
"Dom Pedro II, embora fosse um monarca, já dizia que uma nação só pode ser considerada democrática com eleições livres e com liberdade de imprensa. E os assassinatos de jornalistas em nível nacional também ferem de morte os princípios que norteiam a democracia", acrescentou Afonso Fernandes.






