Ações da Escola de Contas em 2016 superaram as expectativas

A qualidade nos serviços prestados à sociedade pelos órgãos públicos do Estado e municípios passa pela capacitação constante dos seus gestores e servidores.

Brasileiros lideram em número de jornalistas mortos em 2016

Em outubro, o Brasil aparecia em quarto lugar no ranking da ONG Repórteres sem Fronteiras.

Alesc aprova PEC que altera forma de publicação dos atos públicos dos municípios catarinenses

Para o presidente da Adjori/SC, Miguel Ângelo Gobbi, a ampla divulgação da aplicação dos recursos é imprescindível para garantir a transparência dos gastos municipais.

Presidente do TCE-MT recebe comenda da Câmara de Cuiabá

O presidente do TCE, conselheiro Antonio Joaquim, foi homenageado com o Título Honorífico do Mérito Legislativo "Gervásio Leite".

Estratégia da Assessoria de Comunicação é case de sucesso do TCE-RS

O Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul apresentou a estratégia da Assessoria de Comunicação Social (ASC) como case de sucesso durante o Seminário Boas Práticas no V Encontro Nacional dos Tribunais de Contas.

TCE apresenta primeiros resultados da auditoria no transporte coletivo da Grande Cuiabá

A Secretaria de Controle Externo de Auditorias Especiais do Tribunal de Contas de Mato Grosso fez uma apresentação de informações para a auditoria no transporte coletivo de Cuiabá e Várzea Grande.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

A mutação (in)constitucional do princípio da presunção de inocência


Autor: Valber Melo e Filipe Maia Broeto Nunes

Até o 16/02/2016 entendia-se, com supedâneo na “vontade soberana” do poder constituinte originário, que “ninguém ‘seria’ considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”.

Vigia, portanto, no Brasil, o princípio da presunção de inocência, que, nos ensinamentos de Renato Brasileiro de Lima, consistiria no “direito de não ser declarado culpado senão mediante sentença transitada em julgado, ao término do devido processo legal, em que o acusado tenha se utilizado de todos os meios de prova pertinentes para sua defesa (ampla defesa) e para a destruição da credibilidade das provas apresentadas pela acusação (contraditório) ”¹.

Acontece, entretanto, que na data de ontem[17/02/2016] o Supremo Tribunal Federal, de forma inovadora e à revelia da Carta Cidadã de 88, entendeu ser possível [e constitucional] que, depois de decisões de segundo grau que confirmem condenações criminais, a pena de prisão já possa ser executada.

Sem dúvida alguma, tal posicionamento, advindo do Guardião da Constituição [pelo menos em tese], vilipendia abruptamenteessa garantia conquistada a duras penas, tão cara à própria sociedade.

Não obstante o entendimento esposado pelo Supremo Tribunal Federal, atendo-seà localização topográfica do mencionado preceito [art. 5, LVII, da CF], é forçoso concluir que se trata de uma cláusula pétrea, e que, portanto, não poderia sofrer modificações prejudiciais, de cunho restritivo. Isto pelo menos é o que se extrai do art. 60, §4, IV, da Constituição Federal.

Com efeito, se o poder constituinte originário consagrou o princípio da presunção de inocência [ou, como prefere alguns, da presunção de não culpa] como sendo uma garantia fundamental, não poderia haver modificação sequer pelo processo de emenda à Constituição [poder constituinte derivado reformador], que dirá por simples mudança de interpretação!!!

A bem da verdade, o que se viu na decisão do Supremo Tribunal Federal, no bojo do HC 126.292,é o que os constitucionalistas há muito denominam de “mutação constitucional”. Esse fenômeno constitucional, nas palavras de Uadi Lammêgo Bulos, nada mais é do que “o processo informal de mudança das constituições que atribui novos sentidos aos seus preceitos, significados e conteúdos dantes não contemplados”² .

De notar-se, é bem verdade, que a mutação constitucional é intrínseca a todo Estado Democrático de Direito, e visa, precipuamente, adequar o texto da Carta Política à realidade social, por um processo informal, buscando, sempre, a evolução do Direito como um organismo vivo, um todo orgânico.

Todavia, no caso da decisão levada a efeito pela Corte Maior, na paradigmática data de 17 de fevereiro de 2016, por mais que se procure, não se achará evolução alguma, senão verdadeiro retrocesso; que, de plano, se afigura inconstitucional, pois que, de forma arbitrária e insustentável, minorou, diminuiu, fragilizou uma cláusula pétrea.

Ora, tendo Alexandre Morais da Rosa classificado a mudança de entendimento do STF como um “retumbante erro histórico”, ou esse posicionamento é revisto urgentemente, haja vista a patente inconstitucionalidade que o macula, ou as densas lições doutrinárias e mesmo jurisprudenciais cairão no ostracismo, sendo lembradas somente nos manuais de Direito Processual Penal cuja atualização tenha se dadoantes da emblemática data de 17/02/2016.

Por fim, consigne-se que errou o STF, porquanto, tendo em vista sua condição de criatura – guardião da Constituição –, jamais poderia ir de encontro à vontade do criador – poder constituinte originário.


Valber Melo é advogado criminalista; Mestrando em Direito pela Universidade Autónoma de Lisboa; Especialista em Ciencias Criminais; Direito Penal e Processual Penal; Especialista em direito Público; Professor licenciado de Direito Processual Penal

Filipe Maia Broeto Nunes é acadêmico de Direito da Universidade de Cuiabá e estagiário no Escritório Valber Melo Advogados Associados.

¹ LIMA, Renato Brasileiro. Manual de Processo Penal; 3ª Ed. Bahia: Editora JusPodivm, 2015. p. 43.

Lixo Urbano: um problema de todos


Autor: Marcela Prado

Tudo aquilo que não nos serve mais e decidimos descartar vai para onde? Para o lixo, claro. O grande problema é que a quantidade de lixo produzida nas cidades tem  aumentado  consideravelmente,  atingindo  atualmente  o  número  de  1,3  kg  de
lixo/pessoa.

Não bastasse isso, as cidades estão carentes de coletas seletivas, aterros sanitários, unidades de reciclagem, ou seja, meios que podem minimizar o impacto da produção do lixo urbano em nossos municípios.Mas engana-se  aquele  que  pensa  que  o  problema  é  somente  dos governantes e não é bom gestor quem culpa a população pela alta produção e descarte inadequado do lixo. Na verdade, o problema é de todos!

Hoje o lixo urbano está tão diferenciado, que tornou-se extremamente importante a coleta seletiva, mas de que adianta o cidadão fazer a seleção em sua residência se a administração municipal ao arrecadar o lixo junta todas as sacolas em um
único lugar?

Por outro lado, ao separar o lixo produzido em nossas casas, seguindo a orientação daquelas lixeirinhas coloridas, onde se pode depositar separadamente metal, vidro, papel e plástico, nos dias atuais, já temos locais de coleta para o processamento dos materiais recicláveis, basta enviar cada um ao seu lugar correto.
Tratando ainda do lixo urbano, é necessária a disponibilização por parte do poder público de ao menos um aterro sanitário, que é o local preparado para recebimento dos resíduos sólidos urbanos, ou seja, aqueles não perigosos, domésticos, e deve ser dotado de toda uma estrutura física e de pessoal, afinal o lixo não pode prejudicar o meio ambiente, tampouco a saúde de quem lida com ele.

Os aterros sanitários tem o solo preparado para receber esse tipo de lixo,de maneira que seu entorno não seja contaminado e há um controle sobre a emissão dos gases decorrentes de tal descarte.

Mas sabia que os lixos descartados nos aterros não podem ficar à céu aberto? Isso é uma irregularidade bastante corriqueira nos municípios, que infelizmente a

gente vê e acredita tratar-se de procedimento normal. Se um aterro de pequeno porte, ou seja, quando a produção diária é de até 20 toneladas2, permanecer à céu aberto, imagine o prejuízo ao meio ambiente e à população próxima deste local.

​O lixo urbano tornou-se um problema tão sério, que a cada dia surgem novos meios de diminuir o impacto causado ao meio ambiente, tais como, as unidades de compostagem, unidade de tratamento mecânico, unidades de autoclavagem, entre outros.

Diante de tantas maneiras de se descartar o lixo urbano e que podem ser utilizadas por pessoas físicas e jurídicas, públicas e privadas, a soma dos esforços de todos nós pode sim diminuir o impacto ambiental causado pelo excesso de descarte praticado diariamente em nossas casas e cujos efeitos serão sentidos por cada um de nós num futuro não muito distante.

Marcela Prado é especialista em Direito Ambiental Urbano

Jogador recebe cartão vermelho e mata árbitro


Crime aconteceu na cidade argentina de Córdoba, durante torneio amador. O rapaz que matou o juiz segue foragido
Jogador recebe cartão vermelho e mata árbitroReprodução
O futebol argentino escreveu uma página triste da sua história nesta semana. O árbitro César Flores, de 48 anos de idade, foi baleado três vezes por um jogador depois expulsá-lo de campo.
O incidente aconteceu na cidade de Córdoba, durante partida de um torneio amador. O atleta que levou o cartão vermelho e depois assassinou o juiz não teve o nome revelado e fugiu do local - sabe-se apenas que ele estava com o revólver na mochila, no banco de reservas.
César Flores foi atingido com um disparo no cabeça, outro no pescoço e um último no peito, segundo a polícia. Um outro atleta, Walter Zárate, também foi atingido por uma bala e foi levado ao hospital, mas não corre risco de morrer.
Segundo informou a polícia local, o rapaz que matou o árbitro continua foragido

Instituições financeiras elevam projeção da inflação para 7,61%


Piora, também, a expectativa de queda da economia que agora chega em 3,33%

Agência Brasil
dinheiro 8.jpg
A projeção de instituições financeiras para a inflação este ano subiu pela sétima vez consecutiva. Desta vez, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 7,56% para 7,61%. Para 2017, a estimativa segue em 6%, de acordo com o boletim Focus, publicação divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.
As estimativas de inflação estão distantes do centro da meta de 4,5%, e neste ano superam o teto de 6,5%. O limite superior da meta em 2017 é 6%.
Mesmo com inflação alta, as instituições financeiras não esperam que o BC suba a taxa básica de juros, a Selic, neste ano de retração da atividade econômica. A projeção para o final de 2016 permanece em 14,25% ao ano, há duas semanas. No próximo ano, a expectativa é de redução da taxa Selic. Mas a projeção para o fim de 2017 foi ajustada de 12,50% para 12,75% ao ano.
A pesquisa do BC  divulgada hoje (15) também traz a projeção para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que subiu de 7,72% para 7,98% este ano. A estimativa para 2017 segue em 5,50%.
Para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), a estimativa passou de 7,29% para 7,72% este ano, e permanece em 5,50% em 2017.
A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), foi alterada de 7% para 7,04%, em 2016, e de 5,30% para 5,40%, no próximo ano.
A projeção para os preços administrados permanece em 7,70% este ano e em 5,50% em 2017.
Atividade econômica
As instituições financeiras projetam queda do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, de 3,33%, este ano, na quarta piora seguida. A estimativa anterior era 3,21%.
Para 2017, as instituições financeiras esperam por uma recuperação da economia, mas a projeção de crescimento está cada vez menor. No quarto ajuste seguido, a estimativa de expansão foi alterada de 0,60% para 0,59%.
A projeção para a cotação do dólar foi alterada de R$ 4,35 para R$ 4,38, ao fim de 2016, e segue em R$ 4,40 ao fim de 2017

Conselho de Comunicação Social propõe criação do Observatório da Violência contra Comunicadores



Conselho aprovou parecer em que condena “todo e qualquer tipo de violência contra os profissionais de comunicação"

Agência Senado
Em reunião na tarde desta segunda-feira (15), o Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional (CCS) aprovou parecer em que condena “todo e qualquer tipo de violência contra os profissionais de comunicação” e propõe a criação do Observatório da Violência contra Comunicadores, vinculado à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da Republica. O parecer aprovado, nº 1/2016, também recomenda a aprovação de três projetos relativos ao tema e ainda sugere a criação de um protocolo para as forças policiais em casos de violência contra comunicadores.
O parecer apoia a aprovação do PLS 743/2011, de autoria do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), do PLS 699/2011, de autoria do ex-senador Vital do Rêgo, e do PL 2658/2011, do deputado Lindomar Garçon (PV-RO). As três propostas tratam do uso de coletes a prova de balas e demais equipamentos de proteção individual por parte de profissionais do jornalismo que cobrem conflitos ou operações sociais.
De acordo com o parecer, de autoria do conselheiro Celso Augusto Schröder, existem atualmente mais de 100 jornalistas presos ao redor do mundo. Citando dados da Federação Internacional de Jornalistas (FIJ), o conselheiro informa que foram mortos 108 profissionais da comunicação em todo o mundo no ano de 2013, a maior parte na Ásia e no Oriente Médio, sendo cinco desses assassinatos em território brasileiro (dois jornalistas, dois radialistas e um diretor de jornal).
Segundo o relatório Violência contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa no Brasil, divulgado pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) no ano passado, houve 49 casos de agressões físicas contra comunicadores no Brasil em 2015, 28 casos de ameaças e intimidações, 16 casos de agressões verbais e 2 jornalistas assassinados, além de casos de censura, violência contra organização sindical, prisões e cerceamentos à liberdade de expressão.
O CCS também aprovou a criação de duas novas comissões de relatoria dentro do órgão, com três conselheiros cada comissão, destinadas a discutir a concentração dos meios de comunicação no Brasil e os processos de concessão de serviços de radiodifusão no país.
Reconhecimento
Os conselheiros também definiram a realização, em março, de seminário sobre restrições em publicidade e propaganda. Serão vários os convidados, entre eles representantes do Ministério da Justiça, do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), da Associação Brasileira de Agência de Publicidade (Abap) e do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).
O conselheiro Fernando César Mesquita, ex-diretor da Secretaria de Comunicação Social do Senado, aproveitou a reunião para registrar a comemoração dos 20 anos de atividade da TV Senado. Projeto do então presidente do Senado, José Sarney, a implantação da TV foi encabeçada por Fernando César Mesquita.
O conselheiro sugeriu – e seus colegas concordaram – que o conselho elabore um documento oficial em reconhecimento aos “relevantes serviços que a TV Senado tem prestado à democracia representativa brasileira”. O documento será encaminhado aos membros da Mesa do Senado e aos diretores da Secretaria de Comunicação Social e da TV Senado.
— A não ser a TV Senado, a maioria dos órgãos de comunicação do país ignora solenemente o Conselho de Comunicação Social — disse Fernando César.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Em busca de transparência, TCE avalia cumprimento da Lei de Acesso à Informação em 10 órgãos de MT



Foto: Thiago Bergamasco/Agência Phocus
TCE irá avaliar cumprimento da Lei de Acesso à Informação em Mato Grosso
TCE irá avaliar cumprimento da Lei de Acesso à Informação em Mato Grosso
Transparência. Esse é o objeto do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que vai realizar auditoria especial de avaliação da transparência nos órgãos e entidades na Administração Pública Estadual para verificar se a Lei de Acesso à Informação (LAI) está sendo cumprida e as informações disponibilizadas aos cidadãos por meio digital. Serão avaliados 10 órgãos de Mato Grosso.

Ao todo, o órgão analisará 58 itens de critérios gerais que devem constar nos portais de transparência, em 10 órgãos estaduais. São eles: Assembleia Legislativa, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas, Departamento Estadual de Trânsito, Procuradoria Geral de Justiça, MT Prev e as Secretarias Estaduais de Educação, Saúde, Segurança Pública e de Fazenda.

Os dados obtidos constarão em um relatório de auditoria que será produzido e levado a julgamento pelo Pleno do Tribunal de Contas, devendo constar determinações e recomendações aos gestores. O TCE trabalhará também com a perspectiva da assinatura de um termo de ajustamento de gestão, para orientar em determinado prazo a adoção de 100% dos preceitos da lei de acesso à informação.

A auditoria foi anunciada durante a visita que o presidente do TCE-MT, conselheiro Antonio Joaquim, recebeu da secretária de Transparência e Combate à Corrupção de Mato Grosso, Adriana Vandoni, nesta segunda-feira (15.02). Ela apresentou ao conselheiro as ações que vêm desenvolvendo junto aos 49 órgãos públicos da Administração Direta para cumprimento da LAI, que, em maio, completa cinco anos.

"Para nós, é muito importante o olhar externo. Nosso papel é entregar ao cidadão informação de qualidade", disse a secretária, Adriana Vandoni. Já o presidente do TCE, Antonio Joaquim, comemorou a parceria e disse que ela é “fundamental até mesmo para a mudança de cultura, pois apesar de ser uma lei importante, a LAI não vem sendo cumprida em sua integridade”.

Nestes cinco anos de vigência da lei, foram desenvolvidas pelo TCE diversas ações com o objetivo de contribuir para a disseminação da cultura da transparência que vão desde a cessão de softwares até a fiscalização e cobrança para que os órgãos públicos fiscalizados se adequem e implantem mecanismos de transparência. Desde 2014, os fiscalizados incluem na remessa de documentos enviados pelo Sistema de Auditoria Pública Informatizada de Contas – Sistema Aplic, comprovações quanto ao cumprimento da Lei de Acesso à Informação e criação de Ouvidorias locais.

No sentido de orientar e dar o aporte tecnológico, o Tribunal tem promovido treinamento aos gestores públicos, auxiliando na implantação dos sistemas de transparência ativa e passiva. Foi elaborado o "Guia de Implementação da Lei de Acesso à Informação e criação das ouvidorias dos Municípios", com orientações sobre as especificidades da nova legislação e um check list do que deve ser providenciado, como a criação do Serviço de Informação ao Cidadão e da Ouvidoria. As publicações são disponibilizadas no Portal do TCE.
Olhardireto Da Redação - Wesley Santiago

Menos de 60% dos brasileiros são atendidos por rede de esgoto


16 Fevereiro 2016 16:38:38

É o que revela o Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos apresentado nesta terça-feira, pelo Ministério das Cidades

saneamento_basico_2_-_agencia_brasil.jpg
Foto: Agência Brasil
Um total de 156,4 milhões de brasileiros que vivem em áreas urbanas tinha acesso à rede pública de abastecimento de água em 2014. O número representa 93% dos moradores das áreas urbanas do país. Na área de saneamento, 57,6% eram atendidos por redes coletoras de esgoto, o que significa 96,8 milhões de habitantes.
Os dados são da 20ª edição do Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos referentes ao ano de 2014. O levantamento do Ministério das Cidades publicado hoje (16) buscou informações sobre o abastecimento de água em 5.114 municípios e sobre o esgoto sanitário em 4.030 cidades, que concentram a 98% e 92,5%, respectivamente, da população urbana do país.
Em 2014, mais de 2,4 milhões de habitantes foram incluídos no serviço de abastecimento de água e 3,5 milhões na área de saneamento. Segundo o diagnóstico, o país registra investimentos efetivamente feitos nos serviços de água e esgoto, no ano de 2014, no total de R$ 12,2 bilhões. É um crescimento de 16,7% em relação a 2013. Os serviços de esgoto receberam diretamente 46% do total investido.
Em tempos de crise hídrica, o levantamento revelou que o consumo médio per capita de água no país foi 162 litros por habitante ao dia, queda de 2,6% em relação a 2013. A população do Nordeste consumiu em média 118,9 litros, enquanto que no Sudeste foi 187,9 litros.
ADJORIBR - Jornais do Interior

Motorista que atropelou crianças passa por audiência de custódia e continua preso


o juiz converteu a prisão preventiva em temporária.
Motorista que atropelou crianças passa por audiência de custódia e continua presoFoto: Reprodução
O condutor da caminhonete S10 prata que atropelou a mãe e duas crianças de 7 e 8 anos, causando a morte de um delas, no último domingo, 14, disse em depoimento que a caminhonete teria perdido o controle do veículo devido a problemas técnicos.
O acidente aconteceu em uma estrada atrás do Condomínio Belvedere, na Capital. Na tarde desta terça-feira, 16, foi realizada a audiência de custódia do caso, na qual o juiz converteu a prisão preventiva em temporária.
Segundo a família das vitimas além de não prestar socorro, o condutor se negou a disponibilizar o celular para que fosse feito o pedido de socorro. O advogado de defesa do acusado, disse que Juares Alves dos Santos, acabou fugido do local por medo de ser linchado. Já que uma das crianças chegou a ir à óbito ainda no local.
Durante audiência de custódia a defesa conseguiu provar a ilegalidade da prisão preventiva, já que Juares que estava escondido na casa de terceiros, acabou sendo capturado pela polícia depois de mais de 24 horas do momento em que ocorreu o acidente.
No entanto o Juiz decidiu decretar a prisão preventiva por Conveniência da Instrução Criminal, para garantir que o suspeito não venha a fugir caso a outra criança que está em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), venha a falecer. Garantindo assim que responda o processo.
- See more at: http://www.24horasnews.com.br/noticias/ver/motorista-que-atropelou-criancas-passa-por-audiencia-de-custodia-e-continua-preso#sthash.ud2yk42S.dpuf

Visite