Ações da Escola de Contas em 2016 superaram as expectativas
A qualidade nos serviços prestados à sociedade pelos órgãos públicos do Estado e municípios passa pela capacitação constante dos seus gestores e servidores.
Brasileiros lideram em número de jornalistas mortos em 2016
Em outubro, o Brasil aparecia em quarto lugar no ranking da ONG Repórteres sem Fronteiras.
Alesc aprova PEC que altera forma de publicação dos atos públicos dos municípios catarinenses
Para o presidente da Adjori/SC, Miguel Ângelo Gobbi, a ampla divulgação da aplicação dos recursos é imprescindível para garantir a transparência dos gastos municipais.
Presidente do TCE-MT recebe comenda da Câmara de Cuiabá
O presidente do TCE, conselheiro Antonio Joaquim, foi homenageado com o Título Honorífico do Mérito Legislativo "Gervásio Leite".
Estratégia da Assessoria de Comunicação é case de sucesso do TCE-RS
O Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul apresentou a estratégia da Assessoria de Comunicação Social (ASC) como case de sucesso durante o Seminário Boas Práticas no V Encontro Nacional dos Tribunais de Contas.
TCE apresenta primeiros resultados da auditoria no transporte coletivo da Grande Cuiabá
A Secretaria de Controle Externo de Auditorias Especiais do Tribunal de Contas de Mato Grosso fez uma apresentação de informações para a auditoria no transporte coletivo de Cuiabá e Várzea Grande.
domingo, 6 de março de 2016
Qualidade Zero. R$ 3,60 é abuso!
Desequilíbrio da economia é consequência de uma série de erros de gestão, diz Maílson da Nóbrega
Em entrevista à Agência CNI, o economista afirma que a inflação alta cria incertezas, dificulta o cálculo econômico, reduz a demanda e interfere nas decisões de investir das empresas
Foto: Arquivo pessoal
Depois de conquistar a estabilidade, a inflação de 2015, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 10,67%. Como o Brasil chegou a isso?
Maílson – Na origem da alta inflação dos dias atuais está a leniência dos governos do PT com a alta de preços apesar do discurso de intransigência com a inflação. Em todo o seu período, mantiveram uma elevada média, de 4,5%, uma das mais altas do mundo. O padrão nos países emergentes é 3%. No Peru, é 2%. Além disso, políticas fiscal e de crédito expansivas contribuíram para acelerar o crescimento dos preços. Com Dilma Rousseff, a interferência política prejudicou a credibilidade do Banco Central, minando o exercício de sua função básica de coordenar expectativas dos agentes econômicos. Por último, o controle de preços de combustíveis e energia elétrica criou distorções que obrigaram o abandono dessa política populista. A inflação elevada é, em grande parte, o efeito da correção de preços administrados.
Maílson da Nóbrega – Nas empresas, a inflação cria incertezas, dificulta o cálculo econômico, reduz a demanda e interfere nas decisões de investir. Nos cidadãos, a inflação corrói a renda, diminui sua capacidade de consumo e poupança e pode, por seu efeito na atividade econômica, levá-los ao desemprego e a novas incertezas quanto ao futuro, o que afeta adicionalmente suas decisões de consumir. Os pobres são os mais prejudicados.
Maílson – Sim, embora no momento ainda não se possa dizer que tenha aumentado o nível de indexação. Diferentemente da época de indexação generalizada, ainda não há mecanismos institucionais de reajustes de preços e salários à inflação passada. Além disso, há notícias de renegociação de contratos e de seu reajuste abaixo da inflação. Na área dos salários, o crescimento da renda abaixo da inflação é sintoma de reajustes sem observância da inflação passada. Ao que tudo indica, muitas empresas conseguem demitir funcionários e substituí-los por outros de salários mais baixos, havendo casos de mera recontratação em outras bases. Se, todavia, a inflação fugir do controle, a indexação acabará sendo imposta como uma decorrência da realidade.
Quais as medidas necessárias para combater a inflação e recuperar o equilíbrio econômico?
Maílson – Duas medidas são essenciais. Primeira, enfrentar e resolver o problema fiscal de modo a permitir a geração de superávits primários robustos, da ordem de 3% do PIB ou mais. Segunda, restabelecer a credibilidade do Banco Central, seriamente abalada com os sinais de interferência da presidente Dilma na recente decisão do Copom, de manter a taxa Selic em 14,25% ao ano. Sem essas duas medidas, os gastos públicos continuarão pressionando a demanda e o BC não recuperará seu papel de coordenador das expectativas.
O senhor acredita que o governo tomará essas medidas? E o Congresso apoiará tais medidas?
Maílson - Não creio. No campo fiscal, o ajuste inclui eliminar a indexação de despesas como as de Previdência, educação e saúde, rever as regras de reajuste do salário mínimo e aprovar a recriação da CPMF. Dificilmente Dilma tem a liderança e a capacidade de articulação política requeridas para obter o apoio do Congresso em prol de medidas como essas, que são impopulares. A elas deve opor-se o próprio partido da presidente. Quanto à credibilidade do Banco Central, sua restauração vai requerer muitos anos de ação correta e convincente na política monetária. Não acredito que isso possa acontecer no atual governo.
Como as empresas e os cidadãos podem se proteger da inflação alta?
Maílson - Nas empresas, a saída é buscar ganhos de eficiência que permitam aumentar a produtividade e elevar sua competitividade. Nos cidadãos, os instrumentos de defesa contra a inflação estão disponíveis essencialmente para os que têm poupança financeira para aplicar em ativos que rendam pelo menos a taxa de inflação. Para as classes menos favorecidas, infelizmente, as chances de defender-se se limitam quase sempre à busca de preços mais baixos disponíveis no mercado e às compras realizadas logo que disponham de seus rendimentos.
Quais foram as principais medidas que contribuíram para o atual desequilíbrio da economia brasileira?
Maílson - O atual desequilíbrio é a consequência de uma série incrível de erros de gestão econômica. Começa pela interrupção, por razões ideológicas, do processo de reformas destinadas a reforçar o papel do mercado na economia brasileira e de promover ganhos de produtividade. Passa por erros de diagnóstico, particularmente no período Dilma, quando prevaleceu a ideia equivocada de que o Brasil enfrentava um problema de demanda (era de oferta). A expansão insustentável do crédito e a pletora de incentivos fiscais, com o objetivo de estimular o consumo, geraram pressões inflacionárias, diminuíram a arrecadação tributária, agravaram a crise fiscal e asseguraram reajustes salariais acima da produtividade (o que reduziu drasticamente a competitividade da indústria). As intervenções desastradas no setor elétrico e nos preços de combustíveis fragilizaram o setor elétrico e a Petrobras, e inviabilizaram muitas plantas de produção de etanol. A corrupção na Petrobras e sua consequência, a Operação Lava-Jato, reduziu os investimentos da cadeia de petróleo, criou gigantescas incertezas e constitui uma causa importante da desaceleração da economia brasileira. Dificilmente há paralelo de tanta inépcia na história do país.
Desafios do último ano de mandato deve ser um dos grandes debates da Marcha dos Municípios
XIX Marcha a Brasília em defesa dos Municípios, acontece de 9 e 12 de maio, na Capital Federal
Agência CNM
Para auxiliar os gestores locais no cumprimento das normas legais, inclusive em relação à Lei 13.165/2015, que trouxe novas instruções a serem atendidas no processo eleitoral, a entidade elaborou uma cartilha. A publicação Os Municípios e a Reforma Eleitoral 2016, no formato digital, já pode ser acessada pelos agentes municipalistas. Assim, como previsto na publicação, o debate que vai ocorrer na Marcha, vai enfatizar as condutas vedadas e as prestação de contas, dentre diversos outros.
Deputados repercutem nova fase da Operação Lava Jato
Oposição avalia que impeachment da presidente Dilma Rousseff ganha força; líderes petistas veem ação política coordenada contra Lula, Dilma e o PT
com Agência Câmara
O líder do PSDB, deputado Antonio Imbassahy (BA), defendeu a continuidade da Operação Lava Jato e disse que já era esperado que a investigação chegasse ao comando da política do País. A possível delação premiada do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) com novas denúncias dará, segundo ele, mais força à mobilização popular pelo impeachment de Dilma.
O líder do PT, deputado Afonso Florence (BA), considerou a investigação contra Lula ilegal e também classificou a operação Lava Jato de política. Ele convocou a militância do PT para uma vigília durante todo a sexta-feira.
Lideranças da oposição no Congresso Nacional devem se reunir ainda nesta sexta-feira para adotar uma posição comum.
Em três horas de depoimento, Lula é questionado sobre imóveis e palestras
A 24ª fase da Operação Lava Jato, a Polícia Federal e o Ministério Público investigam irregularidades no repasse de dinheiro do Instituto Lula e da empresa LILS Palestras aos filhos do ex-presidente
Fonte: Agência Brasil
Agentes encontram Aedes aegypti em 1,6 milhão de imóveis no país
Inspeções contaram com a participação de 266 mil agentes comunitários de saúde e 46 mil agentes de controle de endemias
Agência Brasil
Idoso morre ao sair para comprar pão em Cuiabá
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
BOMBA...BOMBA...BOMBA...






