Ações da Escola de Contas em 2016 superaram as expectativas

A qualidade nos serviços prestados à sociedade pelos órgãos públicos do Estado e municípios passa pela capacitação constante dos seus gestores e servidores.

Brasileiros lideram em número de jornalistas mortos em 2016

Em outubro, o Brasil aparecia em quarto lugar no ranking da ONG Repórteres sem Fronteiras.

Alesc aprova PEC que altera forma de publicação dos atos públicos dos municípios catarinenses

Para o presidente da Adjori/SC, Miguel Ângelo Gobbi, a ampla divulgação da aplicação dos recursos é imprescindível para garantir a transparência dos gastos municipais.

Presidente do TCE-MT recebe comenda da Câmara de Cuiabá

O presidente do TCE, conselheiro Antonio Joaquim, foi homenageado com o Título Honorífico do Mérito Legislativo "Gervásio Leite".

Estratégia da Assessoria de Comunicação é case de sucesso do TCE-RS

O Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul apresentou a estratégia da Assessoria de Comunicação Social (ASC) como case de sucesso durante o Seminário Boas Práticas no V Encontro Nacional dos Tribunais de Contas.

TCE apresenta primeiros resultados da auditoria no transporte coletivo da Grande Cuiabá

A Secretaria de Controle Externo de Auditorias Especiais do Tribunal de Contas de Mato Grosso fez uma apresentação de informações para a auditoria no transporte coletivo de Cuiabá e Várzea Grande.

sábado, 19 de março de 2016

Ministro da Justiça diz que trocará equipe da PF em caso de vazamento



O novo ministro da Justiça, Eugênio Aragão, 56, manda um recado à Polícia Federal: vai trocar a equipe inteira de uma investigação em caso de vazamento de informações.
"Cheirou vazamento de investigação por um agente nosso, a equipe será trocada, toda. Não preciso ter prova. A Polícia Federal está sob nossa supervisão", afirmou o ministro, em entrevista à Folha nesta sexta (18), em seu gabinete no ministério, um dia depois de tomar posse no governo.
Ele nega ter a intenção de influenciar na Operação Lava Jato, da qual a PF é parte central. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sempre criticou o antecessor de Aragão, o hoje advogado-geral da União José Eduardo Cardozo, por não "controlar a Polícia Federal".
O ministro classificou de "extorsão" o método com que as delações premiadas são negociadas na Lava Jato, e minimizou as declarações do ex-presidente Lula, em uma escuta telefônica, afirmando que ele deveria ter "pulso firme" no ministério.
Diego Padgurschi/Folhapress
O novo ministro da Justiça Eugênio Aragão, 56, em seu gabinete
Folha - Fala-se muito de sua ligação com petistas e que foi escolhido para influenciar na Lava Jato. O sr. vai atuar para barrar a investigação?
Eugênio Aragão - Não, de jeito nenhum. Não tenho essa prerrogativa, essa competência.
Mas poderia mexer na equipe da Polícia Federal....
Eles têm de me dar motivos. Não posso simplesmente dizer "não gosto desse daí" porque está sendo muito eficiente. Eles têm de ultrapassar a linha vermelha, terem comportamento que não seja profissional. Venho do Ministério Público e sei quão caro é a independência funcional. Não que eles (polícia) tenham independência funcional, a polícia é um órgão hierárquico, muito diferente do Ministério Público. Mas não posso mexer com a atividade fim da polícia. Seu planejamento só me interessa na medida que tenho que me preparar para seu impacto político.
A presidente Dilma fez algum pedido especial ao senhor?
Não. Ela me conhece e sabe quais são minhas posições. Só pediu apoio dentro do ministério. Um dos problemas estratégicos é a questão do vazamento de informações, que alguns dizem que são seletivos. Não podemos tolerar seletividade. Há uma politização do procedimento judicial, seja por parte do juiz, seja por parte dos agentes públicos em torno.
O sr. identificou abusos na Lava Jato em relação à PF?
É difícil divisar no Paraná [onde ocorre a investigação] quem é quem. O próprio uso da delação premiada tem pressupostos. No Direito alemão, a colaboração tem de ser voluntária. Se houver dúvida sobre essa voluntariedade, não vale. Na medida em que decretamos prisão preventiva ou temporária em relação a suspeitos para que venham a delatar, essa voluntariedade pode ser colocada em dúvida. Porque estamos em situação muito próxima de extorsão. Não quero nem falar em tortura. Mas no mínimo é extorsão de declaração. Se a gente tolera que o grandalhão vai para cadeia enquanto não resolve abrir a boca, então o pequeno pode ir para o pau de arara.
E o vazamento de delação, preocupa?
Aí nós temos uma atitude criminosa, porque quem vaza a delação está querendo criar algum tipo de ambiente.
Mas esse vazamento pode vir da própria polícia...
Estou falando de polícia, Ministério Público, do juiz, e eventualmente do advogado. Mas o advogado tem uma vantagem: não é agente público. Mas os agentes públicos têm código disciplinar. O Estado não pode agir como malandro. A minha grande preocupação é com a qualidade ética desses agentes. Se vaza, é coisa clandestina. Se vaza, esse agente está querendo atribuir um efeito a esses atos públicos, que são essas delações.
Mas poderia o ministério punir algum agente que vazou?
A primeira atitude que tomo é: cheirou vazamento de investigação por um agente nosso, a equipe será trocada, toda. Cheirou. Eu não preciso ter prova. A PF está sob nossa supervisão. Se eu tiver um cheiro de vazamento, eu troco a equipe. Agora, quero também que, se a equipe disser "não fomos nós", que me traga claros elementos de quem vazou porque aí vou ter de conversar com quem de direito. Não é razoável, com o país num momento de quase conflagração, que os agentes aproveitem esse momento delicado para colocar gasolina na fogueira.
A sociedade não tem direito de saber o que ocorreu? Não há interesse público?
Há um conflito entre o interesse público pela informação e a presunção de inocência. Quando se trata de colocar lado a lado esses dois valores, prefiro a presunção de inocência.
O diretor-geral da PF, Leandro Daiello, fica ou será trocado?
Não conversamos sobre isso ainda. Eu preciso, e isso ele vai me fazer, de um levantamento da situação lá. Quero evidentemente na PF pessoas que tenham alguma liderança interna. Essas instituições que têm competências autárquicas, e são independentes na sua atuação, precisam ser dirigidas por lideranças.
Mas a permanência dele então não é algo garantido?
A permanência de ninguém neste ministério, a não ser do doutor Marivaldo Pereira (secretário-executivo), está garantida. E, claro, não se pode mexer na estrutura aqui ligada à Olimpíada.
O presidente Lula disse numa gravação que o sr. deveria ter "pulso firme", ser "homem". Não parece que o sr. está vindo como pau mandado do Lula?
Não, isso é uma conversa privada dele. As pessoas entre quatro paredes falam o que querem. Fico até me perguntando qual o interesse público numa fofoca dessa. Isso para mim se chama fofoca. Não me afeta.
Qual sua ligação com o PT?
Advoguei com o Sigmaringa Seixas [ex-deputado] nos idos de 1983, 84. É uma ligação de família e amizade, de muito tempo. Tenho amizade,com o José Genoino [ex-presidente do PT, condenado no mensalão, hoje com pena extinta]. É uma pessoa de bem e correta, que por várias razões da vida entrou nesse processo do mensalão, mas segue de absoluta retidão. Tenho amizade com gente de outros partidos. Considero-me amigo do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), promotor de Justiça.
Noticiou-se recentemente que o sr. é adepto do Santo Daime...
Eu fui. Uma vez que você é, você é. Mas eu não uso mais. Fui praticante, sócio da União do Vegetal, que é uma instituição séria, que há dois anos recebeu homenagem, pelos seus 50 anos, da Câmara dos Deputados.
Fiz parte da diretoria deste centro, que na sua liturgia faz uso da ayahuasca (chá), mas seu uso passou pelo ministério, foi autorizado. Nós na União do Vegetal não usamos outro tipo de bebida, as pessoas não usam álcool.
Não estou frequentando há mais de dez anos, por falta de tempo, e porque me casei, minha mulher é católica, não quer saber disso. Hoje pratico o catolicismo.
LEANDRO COLON
DE BRASÍLIA

segunda-feira, 14 de março de 2016

Mais de 3 milhões de pessoas nas ruas - O Grito...


A multidão que saiu às ruas neste domingo, levou para todos os cantos do País o grito das massas que insatisfeitas querem uma mudança na atual administração, pelos desmandos, pela corrupção e pelo modelo de comandar  a situação por parte parte dos políticos e empresários.
O Brasil não aguenta mais a situação de instabilidade, na economia, no social, principalmente em que foi levada a população.
Com um dos maiores índices de desemprego da história moderna de nosso  País, o povo sai às ruas para dizer que tem dar um basta. e que se volte à normalidade, com os poderes atuando de maneira correta, honesta, eficiente e sem tantos desmandos e roubalheira.
Quando mais de 3,5 milhões de pessoas tomam conta das ruas é um sinal de insatisfação que deve ser analisado friamente pelos atuais detentores dos poderes, com mudanças radicais em seus comportamentos.
Quando pessoas simples passam a fazer parte do grupo de insatisfeitos  e dizer da indignação é momento de preocupação,pois falta muito pouco para que a fome se torne mais um mote de revolta e de movimentos nas ruas e avenidas, não só das grandes cidades, mas por todo o País, de Norte a Sul e de Leste a Oeste.
Em Cuiabá o movimento foi um dos maiores dos últimos tempos, integrando a insatisfação popular e como dizem alguns manifestantes, não aguentamos mais pagar a dívida da roubalheira institucionalizada em todos os quadrantes da Nossa Pátria Amada Brasil.
(Francisco Delmondes Bentinho - jornalista - e-mail : fd.bentinho@uol.com.br)

Próximo do fim?

BRASÍLIA - Aconteceu o que o governo mais temia, a oposição esperava e o PMDB sonhava. Os protestos deste domingo (13) bombaram, foram maiores do que o das Diretas Já e deram força ao grupo que tenta tirar Dilma Rousseff do poder.
Às vésperas da retomada da tramitação do processo de impeachment na Câmara, as manifestações de ontem tornam mais plausível diagnóstico quase consensual partilhado por governo, oposição e peemedebistas. O desfecho da crise está próximo e pode não passar de julho.
Tal avaliação vai acelerar ainda mais uma corrida nos bastidores de Brasília. De uns, na busca de herdar o poder, de outros, para tentar mantê-lo e de muitos sonhando com seu rápido desfecho para escapar das garras da Operação Lava Jato.
Para esta última turma, o recado da equipe da Lava Jato é que a operação não vai parar, tal desejo é mera ilusão e vai se transformar em pesadelo com as novas delações.
O fato é que o domingo pode ser visto como um divisor de águas, que assusta o governo, pressiona o Congresso na análise do impeachment e faz Michel Temer evitar erros recentes e se posicionar como aquele que pode unir o país. Nesta toada, algo inimaginável acontece: o PMDB proíbe filiados de aceitar cargos. Claro, o melhor deles está logo ali.
Já a oposição celebra os protestos de ontem, acerta com o vice um governo de transição para recuperar o país e, assim, espera reconquistar o poder em 2018. Afinal, hoje o clima nas ruas não é bom nem para ela.
Do lado do governo e do PT, mais do que nunca muitos enxergam no ex-presidente Lula a última cartada capaz de evitar uma debandada da base aliada nesta hora derradeira e fugir de um fim horroroso.
Enfim, a voz das ruas cobra urgência para o desfecho da crise. Ela precisa ser superada com a reação do governo ou seu fim, mas pelas vias legais. O fato é que ninguém aguenta mais. Nem mesmo a própria equipe da presidente Dilma. 

Eduardo Cunha quer instalar comissão do impeachment já nesta semana



Vai esperar decisão do STF na 4ª feira sobre rito do processo
Em seguida, fará instalação do colegiado até 6ª feira
Dilma será notificada e terá 10 sessões para se defender
EduardoCunha-Foto-SergioLima-15out2014.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha: comissão do impeachment até 6ª feira
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pretende instalar ainda nesta semana a Comissão Especial do Impeachment.
Cunha quer esperar o Supremo Tribunal Federal finalizar o julgamento que disciplinou como deve ser o trâmite do impeachment no Congresso. Esse tema está pautado pelo STF para 4ª feira (16.mar.2016).
Segundo Cunha disse a interlocutores na manhã desta 2ª feira (14.mar.2016), será possível instalar o colegiado que vai processar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff já na 5ª e 6ª feiras (17 e 18 de março).
A Comissão Especial do Impeachment é composta por 65 deputados. A distribuição de cadeiras deve obedecer à proporcionalidade das bancadas partidárias dentro da Câmara.
Ainda que os partidos governistas tentem atrasar as nomeações, Cunha tem dito que se forem indicados 33 deputados (metade mais um dos 65 integrantes da Comissão Especial do Impeachment), o colegiado poderá começar a funcionar logo depois de 4ª feira, ainda nesta semana. Para o peemedebista, seria “suícidio'' algum partido ser visto como articulador de uma manobra para atrasar o processo.
Até 6ª feira (18.mar.2016), Cunha espera que o colegiado possa eleger o seu presidente e relator. Dessa forma, na semana que vem começam a contar os prazos –que obedecem a um rito sumário:
Dilma Rousseff será notificada e terá prazo de até 10 sessões para se defender. Em seguida, a Comissão Especial do Impeachment terá de emitir um parecer em 5 sessões.
Por fim, após publicado o parecer da comissão, em 48 horas o plenário da Câmara analisa e vota o impeachment. Para Dilma Rousseff ser afastada do cargo são necessários 2 terços dos 513 deputados. Em seguida, a decisão precisa ser ratificada pelo Senado.
Eis o que diz o Regimento Interno da Câmara dos Deputados (clique na imagem para ampliar):
Impeachment-rito
CRONOGRAMA POSSÍVEL
Se for mesmo possível, como deseja Eduardo Cunha, instalar a Comissão Especial do Impeachment até 6ª feira, o processo pode ser concluído até o final de abril ou primeira quinzena de maio –na Câmara dos Deputados.
Depois, haverá a novidade de o Senado ter de ratificar o afastamento da presidente –em caso de aprovação pela Câmara. Em 1992, quando Fernando Collor sofreu o impeachment, o afastamento se dava imediatamente após a decisão da Câmara. Cabia aos senadores apenas julgar o processo.
Agora, pelo que decidiu o STF, será necessário que Câmara e Senado se pronunciem a favor da tramitação do impeachment antes que a presidente Dilma Rousseff seja afastada do cargo para esperar o julgamento –como está expresso no artigo 86 da Constituição:
Constituicao-artigo86-impeachment
uol.com.br. - Fernando Rodrigues







sábado, 12 de março de 2016

Jornalistas são presos por extorsões de até R$ 300 mil a empresários e autoridades

Jornalistas são presos por extorsões de até R$ 300 mil a empresários e autoridades
A  Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz) prendeu na manhã de hoje, 12, cinco jornalistas acusados de extorsão de autoridades públicas, empresários e pessoas físicas com alto poder aquisitivo. A extorsão, segundo apurado pela Polícia, chegou em alguns casos a R$ 300 mil.

De acordo com a Polícia Civil, a prisão foi efetuada na operação denominada "Liberdade de Extorsão". No total, quatro jornalistas do Grupo "Milas Comunicação", que administram os veículos de comunicação Centro Oeste Popular, Notícias Max e Brasil Notícias, foram presos por mandados de prisão preventiva. São eles: Antônio Carlos Milas de Oliveira, dono do Jornal Centro Oeste Popular, seus filhos Max Feitosa Milas, dono do Notícia Max, e Maycon Feitosa Milas. Também está preso por prisão preventiva, o editor chefe do Brasil Notícias, com sede em Brasília, no Distrito Federal, Naedson Martins da Silva.

O jornalista, Antônio Peres Pacheco, está preso por mandado de prisão temporária (5 dias) por ligação também em crimes de extorsão.

O jornalista Maycon Feitosa Milas foi preso em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O jornalista Naedson Martins da Silva, teve o mandado de prisão cumprido em Brasília (DF). Antônio Carlos Milas recebeu voz de prisão em sua fazenda, no município de Nossa Senhora do Livramento e os demais em Cuiabá.

O delegado da Fazendária, Anderson Veiga, informou que todos os cincos jornalistas estão envolvidos em coação e extorsão de pessoas, principalmente agentes políticos importantes, empresários com contratos no poder público, os quais foram obrigados a pagar quantias vultosas, entre R$ 100 a 300 mil, para não terem informações divulgadas nos veículos sobre supostas irregularidades em contratos administrativos, corrupção ativa e passiva, entre outras negociatas.

O grupo vinha agindo há vários anos. "O valor é variável, dependendo da capacidade econômica de cada vítima", disse o delegado.
Olhardireto - Patrícia Neves

Real Parque e Jardim Pauliceia sofrem com descaso do Poder Público Municipal

Por : Bentinho

Alguns bairros de nossa querida Cuiabá recebem um tratamento VIP, por parte do PODER PÚBLICO MUNICIPAL, e que até é muito bom de se ver, de se mostrar, de passear, como é o caso do Parque Tia Nair, entregue à nossa população.
No entanto, outros bairros, considerados periferia, nem mesmo a visita de fiscais dos bens públicos acontece, isto pode até ser discriminação, apesar de que os mesmos cidadãos que residem em locais considerados bairros VIPS, tem o seu voto avaliado com a mesma qualidade do voto dos cidadãos que moram em bairros afastados e onde impera todo tipo de descaso da administração municipal.
Os bairros circunvizinhos do Parque Cuiabá, como Real Parque e Jardim Paulicéia já estão recebendo o apelido de HEMOCENTRO DO MOSQUITO AEDES AEGYPTI,  EM SUAS TRANSFUSÕES NÃO DE SANGUE, mas de dengue, zika, chikungunya e que  tem deixado muita gente doente e de cama por vários dias, e enchendo os corredores das clínicas.
O matagal que cerca o Jardim Paulicéia é um retrato de como o prefeito Mauro Mendes pareça não gostar dos menos favorecidos e que só tenha um lote, uma casa, bens estes adquiridos através de prestações módicas, o que o minguado salário é capaz de suprir.
Uma visita do ALCAIDE MOR, seria um bom motivo, para se saber que não é somente na campanha que os bairros considerados de pessoas pobres é o palco principal do pedido do sufrágio, o (voto) e que venha acompanhado de repelentes e roupas adequadas para não ser transformado em mais um que receba a transfusaõ do aedes aegypti.
Uma limpeza nestes bairros citados, tanto como em outros, seria importante, pois a prevenção é mais útil do os tratamentos, nos casos da dengue, zika, chikungunya.
(Francisco Delmondes Bentinho - jornalista - e-mail - fd.bentinho@uol.com.br)

UFMT “Confronto” coloca frente a frente os candidatos à reitoria da instituição


No programa Confronto de Ideias da próxima segunda-feira (14/03) a pauta é a educação superior em Mato Grosso, mais especificamente os novos rumos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O tema é espinhoso: Qual o futuro da UFMT?
Na briga pela reitoria, quatro candidatos: João Carlos Maia (Chapa 1 - Inova UFMT), Paulo Teixeira (Chapa 2 - UFMT Mais 50), Sérgio de Paulo (Chapa 3 - Universidade Proativa) e Myrian Serra (Chapa 4 – Diálogo e Ação).
Este será o último debate antes da eleição que acontecerá na terça-feira dia 15/03. Já foram realizados debates em várias regiões do estado: Hospital Júlio Müller, em Cuiabá; no campus de Sinop, nos campi do Araguaia, no campus de Rondonópolis e no campus de Cuiabá (e Várzea Grande).

Plataforma dos candidatos

Para João Maia a inovação da universidade é o principal ponto para melhorar a instituição. “A nossa plataforma é tentar mostrar para a sociedade que nós temos competência suficiente para inovar nos nossos processos. Nós temos que ter uma universidade proativa, moderna. Estamos no século XXI, no qual as tecnologias têm que servir de base para o andamento dos processos e dos produtos que nós temos na UFMT. Então, o principal foco mesmo é ter uma universidade inovadora. É usar do nosso conhecimento para benefício da nossa academia.”, explica Maia
Paulo Teixeira afirma que tem muito trabalho a ser realizado. ”Nosso propósito principal é propor políticas para a melhoria da qualidade da nossa instituição. Ela se dá em alguns eixos: primeiramente, buscando investir na qualificação do nosso corpo docente e técnico administrativo. Nós temos apenas 66% de doutores na universidade. Vamos tentar avançar nesse quesito. Precisamos também melhorar as condições de sala de aula, de laboratório, investir em novas tecnologias de informação para melhorar também as nossas aulas. Criar um sistema de acompanhamento de egressos. Isso é importante para que a gente meça a relevância do nosso ensino, e aumente a nossa interlocução com a sociedade. A nossa proposta prevê a participação dos movimentos sociais e de entidades de classe nos nossos conselhos, Consuni, Consepe. A internacionalização é outra estratégia importante para a melhoria da qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão. Nosso foco tem sido excessivamente no ensino e nós precisamos focar mais na aprendizagem. Queremos radicalizar na transparência e nos processos participativos, ainda que tenham melhorado muito nos últimos anos na universidade. Somos parceiros nas lutas dos campi do interior. Àqueles que quiserem buscar autonomia, nós estamos juntos nesse processo. Temos o compromisso de implantar um processo participativo de escolha de pró-reitores no interior... enfim, tem bastante coisa”, reforça.
Sérgio de Paulo quer uma universidade proativa. “O que quer dizer isso? Que temos uma perspectiva, um desejo da universidade assumir uma postura mais ativa no processo de desenvolvimento do país. A UFMT, principalmente, nos últimos 16 anos, que é o período que o grupo atual está na administração superior, se fechou para a sociedade. E uma característica fundamental não só da UFMT, mas de todas as universidades federais, é que elas deixaram de ser partícipes do processo de desenvolvimento do país. Ou seja, os partidos políticos que ditam os caminhos que o país está seguindo não ouvem a universidade, e as pessoas que detém o conhecimento são as comunidades universitárias. São aquelas pessoas que têm mais informação, mais esclarecimento, mais conhecimento, mais ciência. Então, deveríamos ter um papel muito mais ativo no desenvolvimento do país, e não temos, justamente porque não assumimos essa oportunidade e porque a universidade tem uma postura muito respondente”, afirma o candidato
Myrian Serra acredita que precisa haver mais diálogo. “Toda ação deve ser decidida coletivamente. A plataforma de campanha é construída com base na autonomia da universidade, que deve existir por meio de nossa democracia interna. Cada desafio deve ser superado por soluções construídas de forma coletiva e participativa para que a UFMT tenha significado para cada um de nós e para a sociedade. Propomos uma universidade com qualidade acadêmica e administrativa, pautada na melhoria das condições de trabalho e de desenvolvimento acadêmico da comunidade universitária, com a pesquisa e a extensão como eixos de consolidação para o ensino de graduação e de pós-graduação, valorizando, assim, a política de gestão de pessoas, com formação e capacitação em todos os níveis, de todos os servidores da UFMT”, finaliza.
CONFRONTO DE IDEIAS
O “Confronto de Ideias” é uma iniciativa do Instituto Mato-grossense de Altos Estudos (IMAE) e do Instituto Mark, em parceria com a TV Bandeirantes e apoio da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso.
Além disso, ganhou força por meio de um grupo do aplicativo WhatsApp, intitulado “GW 100+”, formado por políticos, jornalistas, cientistas políticos, empresários e demais formadores de opinião de Mato Grosso.
(Ieda Barros - Jornalista)

(Com informações da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso - ADUFMAT)






Dilma diz que não vai renunciar



Sobre as manifestações populares previstas para domingo (13), Dilma pediu que não haja confrontos

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“Ninguém tem o direito de pedir a renúncia de presidente legitimamente eleito sem dar elementos comprobatórios de que eu tenha, de alguma forma, ferido qualquer inciso da Constituição. Não sairei deste cargo sem que haja motivo para tal. Quem quer a minha renúncia tem que proceder de acordo com a Constituição. Solicitar a minha renúncia é reconhecer que não há base real para pedir minha saída do cargo”, disse Dilma, após reunião com reitores dos institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia no Palácio do Planalto.
Perguntada se estaria resignada e se renunciaria à Presidência, Dilma respondeu: “Vocês acham que eu tenho cara de estar resignada? Vocês acham que eu tenho gênio para me resignar? Eu não estou resignada diante de nada e não tenho essa atitude diante da vida. Acho que essa onda de boatos não contribui e cria uma crise política negativa para a economia brasileira. Temos todas as condições de fazer a retomada. Pelo menos testemunhem que eu não tenho cara de quem vai renunciar”, afirmou, em entrevista coletiva.
Manifestações
Sobre as manifestações populares previstas para domingo (13), Dilma pediu que não haja confrontos.“Faço um grande apelo às pessoas para que sejam capazes de manifestar de forma pacífica. A manifestação é um momento importante do país, de afirmação democrática. Por isso, não deve ser manchada por nenhum ato de violência."
Ela defendeu que se mantenha o que chamou de "vitórias da democracia brasileira". Segundo a presidenta, uma das vitórias, sem dúvida, é o direito de livre manifestação. "Não cabe à gente perder esse patrimônio da tolerância característico do nosso país.”
Ministério da Justiça
Quanto ao futuro do ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, Dilma afirmou que decisão da Justiça é para ser cumprida. “Decisão do Supremo eu cumpro”.

Na noite de quarta-feira (9), o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que Wellington Silva deve deixar o ministério em até 20 dias após a publicação da ata do julgamento, prevista para segunda-feira (14). Os ministros da Corte entenderam que ele não pode chefiar a pasta, já que tem cargo vitalício de procurador do Ministério Público da Bahia.
Perguntada se vai pedir para ele ficar no cargo, Dilma respondeu: “Eu vou olhar para ele e falar: olha, meu querido, você decida o seu destino de acordo com as suas convicções e aquilo que lhe é interessante. Ele tem 25 anos de Ministério Público, e não cabe a mim fazer nenhum apelo. Eu não posso prejudicar ninguém.”
Agência Brasil

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