Já está chegando a hora de se despedir da candidata Dilma,
a 3ª pior média de crescimento da história republicana do
país está simplesmente a matando.
Tal média, decorrente do fato de
que nenhuma reforma, como a Tributária,
ter estado ao menos na pauta do Governo,
fazendo o brasileiro ter medo de alguns
velhos monstros, como:
junho de 2014 ter sido a pior para o período nos últimos 16 anos.
olhando os resultados de hoje e imaginando
que no futuro eles serão iguais, deve-se entender
as tendências e projetá-las no futuro.
clara tendência de derretimento da candidata
Dilma independente de quem seja o candidato
(Aécio ou Eduardo) no 2º turno. Hoje Dilma
e Aécio já estão tecnicamente empatados,
a expectativa é de que em breve tanto
Aécio quanto Eduardo a superem.
Motivos para Aécio e Eduardo continuarem crescendo:
dos eleitores conhecem muito bem ou
um pouco a candidata Dilma, este número
cai para 43% no caso do Aécio e ‘despenca’
para 26% no caso do Eduardo Campos.
A expectativa é de que quanto mais gente
passe a conhecer os outros candidatos,
maior seja suas intenções de votos.
É possível extrapolar que próximo ao
dia 5 de outubro os 3 candidatos tenham
entra 20 e 30% das intensões de voto.
Dilma também é um ponto ‘assustador’
para sua campanha. Quando perguntados
“Em quem desses candidatos você
não votaria de jeito nenhum
no 1º turno da eleição?”, os eleitores responderam:
no mínimo 10 minutos, todos os dias, na sua televisão.
Há fortes dúvidas se isso contribuirá positivamente
ou negativamente à sua imagem.
Aécio não seria capaz de derrotar Dilma.
Apostava-se que Eduardo, por ser mais
forte no Nordeste, faria com que
Paulistas e Sulistas estrategicamente
migrassem e se unissem em torno de sua
candidatura (40), pois teria uma probabilidade maior de ganhar.
quanto Eduardo ganhariam de Dilma
no 2º turno, sendo assim, tal migração
(Aécio > Eduardo) faz menos sentido.
sabendo que Dilma não tem mais
chances de ganhar e imaginando que Aécio
será exaustivamente propagado como o
‘mal’, uma parcela dos eleitores de Dilma
tendem estrategicamente a migrar para
o 40 (Eduardo). Nesta situação, o eleitor
dela se indagaria:
“Eduardo Campos ou Aécio Neves presidente?”
e Aécio é o fato de que tal debate tende a ser
muito mais sobre quais estratégias o país deva
ter, ao invés de mera Propaganda do Governo.
Como o eleitor do Aécio também votaria
no Eduardo, é possível imaginar uma nova
união popular em torno do Eduardo que tende
a gerar um Governo de União. Um governo em
que partidos como o PR, PP e PTB teriam muito
menos ‘poder de barganha’.
até 20 dias antes do pleito, exceto no
caso de falecimento, quando poderá ser
solicitada mesmo após esse prazo,
observado em qualquer hipótese o prazo
previsto no parágrafo anterior.”
Relator foi o Ministro Dias Toffoli)
Dilma, por que não tentar manter o
poder e ‘ir de Lula’?
político superior ao da ‘criatura’, resta saber
se ele conseguiria desassociar sua imagem
à dela (Dilma). Esse seria um grande fator surpresa,
imaginemos que a probabilidade
para que isto ocorra é de 50%.
(Dilma, Aécio e Eduardo) tenham entre
20 e 30%, vamos considerar que probabilidade
de haver uma migração em massa
do 13 para o 40 seja de 1/3.
considerar que Dilma tem 66% de chances
de nem chegar ao 2º turno.
Dilma não será candidata, logo neste
cenário a probabilidade dela não estar
no 2º turno é de 100%. A probabilidade
deste cenário ocorrer é de 50%.
uma probabilidade de 33,33% de não
estar no segundo turno. Este segundo
cenário também tem 50% de chances de ocorrer.
de chances de não chegar ao 2º turno;
opção para o país, já que ele tende
a promover um Governo de União,
e não uma mera União de Poderes
(interesses próprios/setoriais), como
vem ocorrendo, pelo menos,
desde os anos 80.














